NOTA: 4.0

Continuando de onde o segundo filme parou, finalmente seremos capazes de descobrir o que aconteceu com a Shiki durante o tempo em que ela esteve hospitalizada.

Sinopse:

O filme começa com Shiki sendo carregada em uma maca no hospital, onde após uma cirurgia ela fica internada. Enquanto ela está hospitalizada, presenciamos o que parece ser uma luta da Shiki e a morte. Quando ela finalmente acorda, dois anos depois, por algum motivo, ela vê linhas pulsantes nos objetos. Quando ela toca uma dessas linhas o objeto é instantaneamente destruído e ela começa a passar mal por causa dessas linhas, o que leva os doutores a enfaixar seus olhos.

Como ela não fala nada, o hospital acaba contratando uma especialista em afasia para ajudá-la a recuperar a fala. Essa especialista é Aozaki Touko, que se apresenta como uma Maga, sabe que Shiki consegue falar, simplesmente não quer, e começa a ter conversas diárias com ela. Nesse meio tempo, seres que parecem espíritos tentam invadir o corpo de Shiki à noite.

Um dia Touko coloca um selo mágico na porta de Shiki, para evitar que os espíritos se apossem dela durante a noite, mas eles possuem o corpo de um morto e quebram o selo. Shiki luta contra o pseudo-zumbi, quando Touko chega e entrega uma faca a Shiki, com a qual ela consegue vencer o zumbi.

Por fim, Kokutou finalmente obtém a permissão de Touko para ver Shiki e os dois conversam pela primeira vez em dois anos.

No pós-créditos vemos um homem abordando Fujyou Kirie, Asagami Fujino e uma outra pessoa, aparentemente desconhecida, fazendo uma espécie de ‘contrato’ com eles e, por fim, revelando se chamar Araya Souren.

Análise:

Um bom filme que dá algumas explicações. Mais do que o terceiro, os poderes de Shiki são melhor explicados aqui: Tudo um dia vai acabar, não existe nada que seja criado e dure para sempre. Isso quer dizer que desde o momento em que as coisas são criadas, elas já têm ‘falhas’, um tempo determinado de ‘vida’. Os Olhos Místicos de Percepção da Morte, que ela obteve após um ‘duelo’ contra a morte, são capazes de entender a morte. Com isso, ela é capaz de ver essas ‘falhas’ que todas as coisas têm e, mais, é capaz de tocá-las, o que a torna capaz de destruir qualquer coisa com uma facilidade sobre-humana. O que ela de fato vê são linhas pulsantes que, quando percorridas ou cortadas, destroem o objeto em questão, seja ele uma pessoa, um gato, um muro e até mesmo, quando ela força muito a visão, coisas não-materiais como doenças, dor, medo, amor e sentimentos.

Touko explica que SHIKI se sacrificou para salvar Shiki, mas que Shiki assumiu uma personalidade agressiva, em contraste à sua personalidade outrora passiva, para compensar a falta.

Contudo, apesar de todas as explicações ainda não está claro o motivo que levou Shiki a ser hospitalizada. A última cena que temos antes disso é Shiki sentada em cima de Kokutou, com uma faca no pescoço deste, dizendo que quer matá-lo. Como ela foi para num hospital após isso ainda é um mistério que só será revelado no filme cinco.

Por falar no filme cinco, este quarto filme pode ser considerado ‘a brisa que precede a tempestade’ em todos os sentidos. É um filme curto, com uma história bastante simples, ao contrário do quinto filme que é o maior da série e tem a história mais complicada de todos. As últimas cenas deste filme são uma prévia não só do quinto filme, mas também do sétimo, então eu recomendo que assistam o ‘pós-créditos’.

Pra quem gosta da ordem cronológica dos filmes, aí vai:

Satsujin Kousatsu (Parte 1), Garan no Dou, Tsuukaku Zanryuu, Fukan Fuukei.

De agora em diante, apesar de a história ficar mais ‘séria’, os filmes são todos em ordem cronológica, após Fukan Fuukei.

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